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Créditos



Prelúdio

Gaivot@ - Eliana Braga 

 

Um toque sutil, da brisa que refresca

A luz tênue de uma tarde caindo

Um olhar para o alto. As montanhas silenciosas

Sopro do ar, leveza da folhagem

Perfume de fim de dia. Burburinhos na mata

Matizes de cores diversas. Vão enfeitando a paisagem

De mais uma tarde de inverno

Nuvens que passam correndo

Passarinhada voando apressada

Chuva se aproximando. Deixará brilho e viço

Num vindouro amanhecer

A cadeira de balanço, jaz velha

Ao canto esquecida

Sem rangidos. Sem vida

A chuva vem mesmo

As rosas se perdendo em pétalas

As trepadeiras vergando. A mata assobiando

A noite terá companhia

As montanhas ficarão molhadas

Os ninhos acolherão as aves

O riacho se encherá. Fará frio na madrugada

A velha cadeira. Que outrora balançava

A um canto ora deixada

Não importa que fique molhada

Permanecerá por lá esquecida

Sem despedida. Sem vida!

Postado por Má Oliveira às 15h30
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NO AMOR A VERDADEIRA PAZ
Isadora

No Infinito do azul,
entre as estrelas,
onde a lua à noite espia o sol,
lá bem guardado,
numa explosão recriado,
está o Amor...
Cintilando,
mais lindo que as cores do céu,
descendo à Terra,
cobrindo-a com o véu
da ternura, da paz,
do carinho, da ventura...
O Amor inspira a poesia...
Os poetas buscam Nele
o tema da sinfonia...
Diante Dele
calam-se as vozes
perversas de todos os algozes,
que procuram tripudiar sobre Ele...
As pedras também se calam,
pois sabem que nada falam,
na linguagem lírica de um Canto Seu...
Como é triste o ateu,
que não crê no Amor...
Vive por viver...
sonha por sonhar
e quando acorda se vê prisioneiro
de sua própria dor...
Feliz de quem tem
e vive o verdadeiro Amor...
Não lhe sobra tempo para malquerer...
Não há necessidade de sofrer
ao ver a ventura alheia...
Em sua mesa a ceia
é farta em carinho...
Possui o ninho da bem-aventurança
e não se cansa
de aos outros bem- dizer ...
Se o Amor lhe acompanha,
se sua vida inflama,
se em sua cama é chama...
não precisa de aos outros invejar...
Feliz de quem pode assim amar...
Pois vê nos raios o poder da Luz
e nos homens um novo Jesus,
que veio a Terra renovar...
Aboliu o antigo ensinamento,
desprezou os conceitos arcaicos da vingança
e mostrou com a simplicidade de criança
que é simplesmente
maravilhoso a gente amar...
 

Postado por Má Oliveira às 13h56
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EM BUSCA DO PODER INTERIOR
by Penhah Castro
 
Meu amor não há distância entre nós
que nossas almas não possam superar...
Deixa-me cantar o seu encanto
enxugar o seu pranto,
falar docemente de alma para alma
o que sentimos,o que com carinhos dela exala..

Deixa-me esta noite traçar um roteiro infindo
do nosso amor mais lindo
que sempre retorna ao ninho
cantando e se encantando com o nosso carinho...
Vamos arregimentar nossa coragem
acender as tochas da nossa paixão
para uma luz profunda clarear, então,
as qualidades que temos arquivadas
no nosso valente coração...
 
Vamos partir à conquista de um novo mundo
mergulhando em nós mesmos, no mais profundo,
para encontrar os tesouros que ali guardamos:
nossa ALEGRIA, nosso RISO FELIZ,
as BRINCADEIRAS ,nossas CRENÇAS POSITIVAS,
o AMOR que cultivamos, o PERDÃO que semeamos....
O nosso PODER INTERIOR.....

Postado por Má Oliveira às 09h43
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A casa onde nasci...
 Guida Linhares
  
Ainda está localizada na
Avenida Conselheiro Nébias, 272, Santos/SP.
Foi lá que cheguei ao mundo
numa casa antiga de porão alto
que foi a delícia da minha infância.
Junto com meus pais, tios e avós
eu corria pelo quintal atrás das borboletas
e via meu "nono" alimentar os sabiás.
As árvores recheadas de frutas
faziam a doçura das horas que ali passávamos
goiabas, abils, caquis, sapotas, figos,
bergamotas, pitangas araçás e carambolas,
peludas e fruta do conde,bananas em pencas
limões galegos e laranjas peras
forravam o chão quando maduras
e muitas vezes, usávamos uma vara comprida
para balançar alguma fruta que vistosa
nos atraia ainda no pé.
Havia também o galinheiro
onde minhas amigas todas tinham nome
e eu corria atrás delas
porque não tinha ainda irmãos
nem amiguinhas
mas também as alimentava
pondo o milho nas mãos
e elas vinham todas alegres
me fazer companhia
menos o galo que era meio arisco.
E foi um tempo tão delicioso
da minha vida
que relembro com lágrimas
meus avós sentados na varanda
a me esperar do colégio
- Quantos 100 tirou a minha neta?
Meu vô perguntava me abraçando
e eu sentava em seu colo
e me sentia a princezinha mais amada.
Quando meu vô partiu, eu estava na escola
e quando vim chegando vi uma longa cortina preta
na porta principal da sala
que dava para o comprido corredor
e não entendi o porquê.
Naquele tempo fazia-se o velório em casa,
e quando me contaram nem acreditei,
que ali naquele caixão repousava
o meu primeiro grande amor,
meu avô amado, que me contava estórias
e cantava as belas áreas em italiano,
e juntos ouvíamos a estação
no velho radio capela.
Eu estava com 10 anos de idade,
mas se fechar meus olhos,
revejo todo este tempo passado,
como se fosse um presente revisitado.
E nele me refugio quando quero
fugir dos tempos atuais e voltar a sentir
todas as alegrias e dores
daquela época tão marcante.
E um dia quando nos reencontrarmos
em alguma estrela luzente,
direi a meus avós queridos que tanta foi a saudade
que o passado se tornou presente
e os abraçarei com carinho
e da estrela sairão faiscas de amor contente.

Postado por Má Oliveira às 09h32
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Assim não dá...
Má Oliveira
 
 
Eu sei, meu bem, que vim te ajudar
mas com essa "marvada" vassoura
me recuso a continuar...
 
Ela tá desmilinguida,
arrasto o lixo pra cá
metade se nega a acompanhar
assim não dá!!!!
 
Desisto dessa sua vassoura !!
Ainda bem que não é pra voar...
eu ia era me espatifar!!
 
Mas, "tá bão", vou te ajudar ...
O pó, eu posso tirar ...
já que o chão, com essa perversa,
me recuso a limpar,
me dá cá este espanador
pra do pó eu me livrar...
 
Céus!! isto é espanador?
Em que lugar?!!!!!
O bicho tá pelado !!!
 
O pó vai se acabar,
mas é de gargalhar...
 
Meu medo é um dia, eu nem te encontrar
no meio dessa sua bagunça,
que eu não consigo ajeitar,
no meio disso tudo...
onde eu vou te achar?
 
Amore, esquece esse papo de arrumação
e manda uma cerveja buscar
traz também uns amendoins
e vamos relaxar...
quando você comprar vassoura
aí a gente começa a limpar...
 
vem cá, vem...
vamos namorar...
me abraça apertadinho,
pra essa bagunça eu nem notar..

Postado por Má Oliveira às 09h47
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RENOVAÇÃO

 

*Aurea Abensur*

(Orinho)

 

Quando em tuas águas
retiras-me a poeira da pele e da alma
Vou aos poucos renascendo
como fênix de suas cinzas
Sinto-me rainha e senhora de ti
mulher plena com sonhos de alegria
Dentro de ti
rio até às lágrimas
grito aos teus deuses
pedindo-lhes licença

por em ti estar

e conseguir me renovar
Meu corpo todo se empina boiando

como navegando numa dança 

a se mostrar

pra ti  pro tempo e pro vento
lançando meu inteiro ser total no ar
E meu peito às vezes arredio
preenche-se de vontade
para um novo sentir recriar

 

Salvador, final de tarde no mar...

 

Postado por Má Oliveira às 09h38
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Brincar de "Casinha"
Malubarni

Brincar de casinha
Com nossas vizinhas
Era uma delícia
E fazíamos sem malícia

Tinha loucinhas
Tinha bonequinhas
Tinha fogão
Tinha latão

Tínhamos até a “vendinha”
Lá íamos comprar comidinha
Tínhamos caderneta para anotar
Tudo o que teríamos que pagar

Mudou a época
Mudou a era
Sem ficar na espera
Para brincar de boneca

Como era bom organizar um “COZINHADO”
Vinha a madrinha e o afilhado
Fazíamos bolos e arroz doce
E banana no molho agridoce

Perdeu a graça a casinha
Montar, para quê?
Já vem tudo pronto na caixinha
Brincar de casinha ,ainda terá um porquê?...


 

Postado por Má Oliveira às 09h27
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Você ia me perder

ou perdeu?

Marly Caldas

 Vou lhe dizer

Você ia me perder

Ou será que perdeu

Ainda não sei

Talvez para você

Um motivo bobo

Uma razão futil

Mas que fazer

Sou assim

Mimada

Não gosto de ser contrariada

Na verdade...complicada

E se você gosta de mim

Tanto quanto diz

E quer me fazer feliz

Tem que me aceitar assim...

Postado por Má Oliveira às 13h46
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